segunda-feira, 14 de maio de 2012

O Aquecimento Global e a Religião Derivada de uma Ecologia Espiritual.



Introdução: Talvez você já tenha ouvido falar ou até mesmo assistido documentários falando sobre o aquecimento global e já entendeu que se trata de uma fraude, porém ainda não conseguiu contemplar a complexidade que envolve toda esta trama. Pensando em ajudá-lo a fazer as pontes que ligam os diversos elementos que trabalham conjuntamente para estabelecer os planos de Nova Ordem Mundial, o governo supranacional e todas as transformações que a cúpula globalista está implementando no planeta, é que me dediquei a compor esta matéria.

Existem aspectos e tramas diversos, aos quais aqui embaixo é um tanto complicado de serem percebidos, mas que no dia-a-dia tornam-se "normais", sem que tenhamos como reagir a não ser aceitar por imposição tais mudanças, como forma de protesto,  procuro ao menos investigar e denunciá-las para que alguns que como eu percebem que algo está errado, também fiquem precavidos. 

Não sendo possível contemplar todas as situações de uma só vez e nem descrevê-las de uma forma simplificada por se tratar de um aglomerado de manobras, abordo tais questões por partes, aproveitando as oportunidades que acabam surgindo no dia a dia. 

Desta vez aconteceu no programa do Jô Soares, que certamente você assistiu e que trouxe por meio do professor Ricardo Felício um grande esclarecimento.

Pegando o gancho da matéria apresentada, ampliei o tema com algumas pesquisas que há tempos venho realizando, e caso queira compreender qual é o plano macabro que envolve esta grande mentira, onde grandes nomes de diversos países estão profundamente envolvidos, invista um pouco do seu precioso tempo e compreenderá. 

Adianto que nesta matéria você saberá um pouco mais a respeito do Ecumenismo: a religião da Nova Ordem Mundial, suas raízes, quem está por trás, seus objetivos, porque pretendem destruir o cristianismo. Já ouviu falar sobre a U.R.I - Religiões Unidas? Satanismo nas igrejas? 


Não parece que tem muito a ver com o tema do vídeo, parece? Incentivo-o a fazer um pequeno sacrifício, que com certeza, irá abrir muito seus olhos. 

No final deixo uma mensagem de estímulo para você que crê no Senhor Jesus e também as referências onde você poderá consultuar  as informações postadas aqui.



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Assistam aos Vídeos  





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Comentários : Reinaldo Azevedo / Colunista Revista Veja

Reinaldo Azevedo / Veja
 "Quanto tempo mais vai durar essa conversa? Vai longe. O aquecimento global hoje movimenta bilhões mundo afora. Tornou-se o emprego de muita gente, inclusive de muitos vigaristas no Brasil, que cobram uma fortuna para tornar uma empresa “aquecimentisticamente correta” ou para prestar assessoria de imagem às pessoas que querem ter, assim, uma espécie de selo verde na sua reputação social."

"Gente esquisita…  Eu fico feliz ao saber que o mundo não vai acabar nem em 2012, segundo o Calendário Maia, nem em 2100, segundo o calendário da vigarice científica. Há quem fique triste. Mas entendo: não é de hoje que o fim do mundo é usado para enganar trouxas."

"Vocês já ouviram falar de James Lovelock? Há aqui um resumo de sua biografia em português. Trata-se de uma espécie de patriarca ou decano da moderna hipótese do aquecimento global (ou da mudança climática). Lançou a chamada Hipótese de Gaia, segundo a qual a Terra seria um superorganismo. Era um verdadeiro fanático da crença — sim, crença — no aquecimento global. Desde que comecei a ler uma coisinha ou outra a respeito, pus a teoria na conta de uma bobagem por uma razão, primariamente, de linguagem: vi que as catástrofes imaginadas eram meras cópias do Apocalipse de São João. Os relatos da Bíblia são mais interessantes. Entre uma religião sem Deus e uma com Deus, prefiro a segunda. Mas vamos ao que interessa. Lovelock caiu fora! Não é mais um apocalíptico. Tornou-se quase um cético. Admite agora: ele e os aquecimentistas erraram, exageraram. A entrevista foi concedida a Ian Johnston, no site msnbc.com. Foi publicada no dia 23 de abril. Foi praticamente escondida. Tivesse alguém com o seu peso anunciando o apocalipse, seria um deus-nos-acuda.

Aos 92, Lovelock admite  ter sido “alarmista” sobre as mudanças climáticas e que outros, como o bobalhão Al Gore (”bobalhão” é meu) também o foram. "

"Como disse Lovelock, o clima sempre aprontando as suas pequenas trapaças! Pois é… Não adianta ficar me chamando de “reacionário”, tá? Agora que o velhinho recobrou a razão, sou seu discípulo! Também acho que a Terra é um “organismo”, tá? E descobri que unha encravada não faz mal ao fígado…"

James Lovelock, patriarca do "aquecimento global", admite:
"Eu estava errado. Não há nada acontecendo ainda"!

Ele aponta que os filmes “Uma Verdade Inconveniente”, de Al Gore, e “The Weather Makers”, de Tim Flannery são também alarmistas.

Lovelock é um  qualquer, um daqueles que o jornalista que estava no Roda Viva acha que não podem mais ser ouvidos? Oh, não! A revista Time já o considerou um dos 13 líderes visionários, num artigo intitulado “Heróis do meio ambiente”. Vejam a sua biografia e o artigo original. Ele é considerado um  guia espiritual do mundo científico que lida com o meio ambiente. Ao menos era! Vão tentar enterrá-lo em vida.  



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Hipótese de Gaia

A hipótese Gaia tem esse nome por resgatar um antigo conceito da deusa-mãe, proveniente das antigas religiões pré-arianas, em que a Mãe Natureza era personificada através dos nomes de Gaia, Ísis, Hathor, Demeter, Ceres, Freya, Kali, Kwan Yin etc.

Praticamente todas as grandes tradições da antiguidade continham o conceito de que existia um grande organismo feminino regendo a vida da Terra.

Todos os cultos da fertilidade e da vegetação eram voltados para esse arquétipo universalizado que doava e sustentava a vida, regulando e alimentando todos os processos vitais do planeta.

Os homens da antiguidade tinham uma clara noção de que Gaia era responsável pelos ciclos da natureza, de cuja harmonia e equilíbrio os homens dependiam para sobreviver.

A hipótese Gaia, também denominada como hipótese biogeoquímica, é hipótese controversa em ecologia profunda que propõe que a biosfera e os componentes físicos da Terra (atmosfera, criosfera, hidrosfera e litosfera) são intimamente integrados de modo a formar um complexo sistema interagente que mantêm as condições climáticas e biogeoquímicas preferivelmente em homeostase. Originalmente proposta pelo investigador britânico James E. Lovelock como hipótese de resposta da Terra, ela foi renomeada conforme sugestão de seu colega, William Golding, como Hipótese de Gaia, em referência a Deusa grega suprema da Terra – Gaia. A hipótese é frequentemente descrita como a Terra como um único organismo vivo. Lovelock e outros pesquisadores que apoiam a ideia atualmente consideram-a como uma teoria científica, não apenas uma hipótese, uma vez que ela passou pelos testes de previsão.


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"Vista com descrédito pela comunidade científica internacional, a Teoria de Gaia encontra simpatizantes entre grupos ecológicos, místicos e alguns pesquisadores. Com o fenômeno do aquecimento global e a crise climática no mundo, a hipótese tem ganhado credibilidade entre cientistas" (Wikipedia).


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Hipótese de Gaia nos Cinemas

Muita coisa se tem dito a respeito do sucesso Avatar. Entretanto, creio que faltou abordar ainda o maior problema do filme, que é seu personagem mais importante: Eiwa. Trata-se de uma entidade espiritual formada por todos os seres vivos e o ambiente físico de Pandora, que se manifesta no fim da batalha, quando a derrota está evidente para os mocinhos, virando o jogo. Eiwa é para Pandora o que Gaia é para a Terra.

Em Avatar, vê-se claramente que Cameron faz proselitismo declarado a favor da hipótese de Gaia, originalmente proposta pelo investigador britânico James E. Lovelock, hipótese essa que vê a Terra como "um complexo sistema interagente", e que descreve nosso planeta como "um único organismo vivo". Essa hipótese recebe nome e inspiração da deusa grega Gaia, que se acreditava ser "a força elementar que dá sustento e possibilita a ordem do mundo".


Todos saem do cinema com a clara sensação de que o planeta Pandora só encontrou a harmonia quando seus habitantes se harmonizaram com Eiwa.

Para mim, trata-se de um pesado e muito bem pensado investimento, dentro de um plano cuidadosamente arquitetado para difundir (e encantar) com as teorias da Nova Era, principalmente as mentes e corações dos mais novos.


Hipótese de Gaia - Ciência ou Teosofia?


Uma mudança já parece inevitável, como escreveu James Lovelock em seu livro “The Revenge of Gaia” (2006).  Mas Lovelock não aborda a relação entre o estado de espírito humano e o ecossistema planetário. Isto fica para o ponto de vista teosófico. 

O que se pode perceber é que pessoas como Lovelock, Al Gore e muitos outros cientistas e ativistas que com eles estão, usam o meio ambiente para impor uma religião a base de mentiras.

O conteúdo que veremos a seguir foi extraído dos "Cadernos Filosóficos" do site Filosofia Esotérica com o título "A Crise Ambiental e a Civilização do Futuro." 

O texto é claro e comprova que toda esta conversa furada de aquecimento global propagada por estes falsos ambientalistas tem o propósito de impor a religião satanista para todo o planeta. Disfarçadamente pregam o culto a Gaia e aos ancentrais, os quais chamam de espíritos de sabedoria que aparecem sob a ilustração da árvore como poderá ser notado neste artigo.

A Civilização do Futuro tão falada por estes ativistas nada mais é do que o retorno às culturas pagãs arcaicas que promoviam adoração à natureza.



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Vamos ao Caderno:


"No seu famoso filme e livro de 2006 'Uma verdade Inconveniente', o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore adota um ponto de vista em relação aos ciclos de vida do planeta terra que foi claramente descrito no final do século 19 pelo teosofista William Q. Judge.
Estudioso da tradição esotérica, Judge escreveu sobre os Ciclos e as Eras da evolução humana em seu livro “O Oceano da Teosofia”. A primeira edição da obra foi publicada nos Estados Unidos em 1893...

A seguir vem o parágrafo específico em que William Judge expressa a mesma idéia que seria desenvolvida e ampliada por Gore no início do século 21.

Diz Judge:
“Cataclismas de gelo vêm não apenas de alterações súbitas dos pólos, mas também de temperaturas baixas devidas à alteração de correntes fluidas quentes no mar e de correntes magnéticas quentes na terra, sendo as primeiras conhecidas pelo homem e as segundas não. Os estratos mais baixos da umidade são subitamente congelados e vastas extensões de terra cobertas em uma noite por vários metros de neve. Isso pode facilmente acontecer nas Ilhas Britânicas se as correntes quentes do oceano forem desviadas do seu litoral.” [“The Ocean of Theosophy”, William Q. Judge, Theosophy Company, 1987, 172 pp.; veja a p. 124. ]

Essas linhas parecem ser confirmadas pelo que Al Gore escreve em 2006, sobre o mesmo assunto...
No seu livro mais recente, ele aborda o processo de aquecimento do clima global, provocado pelo famoso ‘efeito estufa’, cuja causa é o verticalmente crescente excesso de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Ele descreve o processo, cientificamente documentado, de derretimento de gelo na região dos pólos do nosso planeta.

Como alguns estudantes de filosofia esotérica sabem, o derretimento de gelo nos pólos pode estar diretamente ligado às mudanças periódicas de orientação do Eixo Terrestre (pólos norte-sul) em relação ao Sol. 

Tais mudanças são mencionadas por Helena Blavatsky (Criadora da Teosofia) em seus escritos. O derretimento altera toda a “distribuição e equilíbrio de peso” ao longo da superfície do nosso planeta, e assim pode modificar a orientação dos pólos. 

Ao escrever em 1879 sobre os efeitos do desmatamento na Índia, por exemplo, H. P. Blavastsky disse:

“Uma rápida olhada nas páginas da História já mostra que a ruína e a extinção definitiva do poder nacional se segue à extirpação das florestas, tão certo como a noite segue o dia. A natureza providenciou os meios para o desenvolvimento humano, e suas leis nunca podem ser violadas sem desastre.”


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Quem foi Helena Petrovna Blavatsky
Helena Petrovna Blavatsky, bruxa, médium, espírita e satanista foi a fundadora da Sociedade Teosófica (Sociedade Espírita) e uma dos mais importantes expoentes para a difusão do Ocultismo, do Esoterismo, do Hinduísmo e do Budismo e ainda uma precursora do atual movimento diabólico conhecido por New Age Movement (Movimento Nova Era).


Um de suas obras foi uma revista mensal a qual chamava de LUCIFER!

A tal revista Lucifer, segundo Blavatsky, tinha por objetivo “trazer à luz as coisas ocultas das trevas”, e isto se encontrava estampado na capa da revista.


Em 1884 Richard Hodgson, membro da Society for Psychical Research de Londres realiza investigações sobre as atividades de Helena Petrovna Blavatsky, e no ano seguinte o comitê da Society for Psychical Research afirma que Blavatsky era “uma das mais interessantes impostoras da história”. As investigações de Hodgson ficaram conhecidas como The Hodgson Report (o Relatório Hodgson).


Em 1888 Blavatsky funda a Escola Esotérica da Sociedade Teosófica para um “estudo mais aprofundado” da “Filosofia Esotérica” por estudantes “mais dedicados”.

Em 8 de maio de 1891 Helena Petrovna Blavatsky morre em Londres aos 59 anos de idade.



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O Mistério das Mudanças de Etapa na Evolução do Nosso Planeta  

A Doutrina dos Ciclos
 Por William Q. Judge


A doutrina dos Ciclos é uma das mais importantes de todo o sistema teosófico,...

A teoria teosófica é claramente outra, como tem que ser, já que ela inclui a doutrina da reencarnação, que já recebeu uma boa dose de atenção nos capítulos anteriores. Os ciclos não só são considerados fatos concretos em relação ao tempo. 

Eles e outros períodos têm uma grande influência sobre a vida humana e a evolução do globo, incluindo todas as formas de vida nele existentes. Começando com o momento e prosseguindo ao longo de um dia, essa teoria transforma o ciclo em um círculo abrangente, que inclui tudo o que está dentro dos seus limites...

Não admitimos que o final da força seja devido à retirada por algum Deus da sua proteção, nem à súbita colocação em movimento por algum Deus de qualquer outra força contrária ao globo. Nós dizemos que a força que trabalha e determina o grande ciclo é a força do próprio homem, visto como um ser espiritual. Quando ele houver terminado de usar esse globo, ele o abandonará, e então com ele partirá a força que mantém tudo junto. A conseqüência será a dissolução por fogo, água ou o que seja, mas esses fenômenos são apenas efeitos e não causas...

A reencarnação é a grande lei da vida e do progresso, e está entrelaçada com a lei dos ciclos e a lei do carma. As três leis trabalham juntas, e na prática é quase impossível dissociar a reencarnação da lei dos ciclos. Indivíduos e nações retornam à terra em correntes definidas, e em períodos regularmente repetidos, e assim ressurgem no globo as artes, a civilização e os mesmos indivíduos que um dia estiveram trabalhando nele. Como as nações e os povos estão conectados por fortes fios invisíveis, grandes grupos de seres humanos, movendo-se devagar mas certamente juntos, reúnem-se em épocas diferentes, e sempre emergem novamente, em uma nova etnia e uma nova civilização, à medida que os ciclos percorrem as suas rondas...

Ao longo desse caminho estão aqueles pontos em que os ciclos menores e maiores de Avatares trazem − para benefício do ser humano − os grandes personagens que moldam, de tempos em tempos, a raça humana.

O Ciclo dos Avatares inclui vários ciclos menores. Os maiores são os marcados pelo aparecimento de Rama e Krishna entre os hindus, de Menes entre os egípcios, de Zoroastro entre os persas, de Buddha entre os hindus e outras nações orientais. Buddha é o último dos grandes Avatares, e está em um ciclo maior do que Jesus dos judeus, pois os ensinamentos deste são os mesmos que os de Buddha, e estão coloridos pelo que Buddha ensinou aqueles que instruíram Jesus. Outro grande Avatar, correspondendo a uma combinação das linhas de Krishna e de Buddha, ainda está por vir. Krishna e Rama foram da ordem militar, civil, religiosa e oculta; Buddha da ética, religiosa e mística, e nisso foi seguido por Jesus...

Na intercessão de grandes ciclos, ocorrem efeitos dinâmicos que alteram a superfície do planeta, devido à mudança dos pólos do globo ou a alguma outra convulsão. Esta não é uma teoria geralmente aceita, mas nós sustentamos que é verdadeira. O ser humano é um grande dínamo, produzindo, armazenando e irradiando energia, e quando grandes grupos de seres que compõem uma raça humana produzem e distribuem energia, há um efeito dinâmico resultante na matéria do globo, que será poderoso o suficiente para ser nítido e cataclísmico. O fato de que isto tem causado vastas e terríveis perturbações nos estratos do planeta é admitido por toda parte e está comprovado.

O Zodíaco de Dendera é mencionado diversas vezes na obra “A Doutrina Secreta”. Ali a senhora Blavatsky afirma, por exemplo, que, segundo registros deste zodíaco em antigos templos egípcios, houve alterações nos pólos terrestres em épocas muito anteriores à nossa. Tais alterações seriam ciclicamente recorrentes. Veja, na edição original, “The Secret Doctrine”, H. P. Blavatsky, Theosophy Company, Los Angeles, volume II, p. 368. (N. ed. bras.)

Esta possibilidade também é prevista − com base em dados da ciência atual − por Al Gore, ex-vice-presidente norte-americano e ganhador do Prêmio Nobel da Paz. Veja os textos da seção temática sobre crise ambiental e mudança de civilização,...


 
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A Crise Planetária e a Proposta Teosófica
A crise planetária abre espaço para o futuro
A proposta do movimento Teosófico:
A filosofia esotérica considera o planeta como um processo vivo, inteligente, auto-regulado, que evolui a longo prazo. Como consequência disso, ela vê com naturalidade a troca de civilizações e as crises periódicas da relação entre ser humano e natureza.
Aquilo que a curto prazo parece apenas crise e catástrofe é, na verdade, uma mudança geológica natural, necessária e saudável, que possibilita a renovação da base da vida do planeta e a reconstrução da experiência civilizatória sobre novos alicerces mais sólidos e mais corretos.

A teosofia afirma que nem o planeta nem a humanidade estão correndo qualquer perigo. A experiência humana em nosso planeta está, na verdade, mais saudável do que nunca. Uma grande bênção paira sobre ela.

O que estamos vivendo é a crise de uma velha maneira de organizar a sociedade - a maneira materialista e darwinista, baseada no princípio da cobiça animalesca de uma minoria que pensa que é dominante. A natureza humana mudou, e cabe agora fazer emergir uma nova cultura da fraternidade, uma nova filosofia da ajuda mútua, uma visão de mundo que surge da compreensão cabal da unidade da vida.

Do ponto de vista teosófico, são bem-vindas as mudanças e rupturas que trazem a possibilidade da renovação, quando um velho ciclo chega gradualmente ao seu fim. Através do estudo da teosofia clássica, temos acesso à sabedoria universal de todos os tempos, que é suprimida uma e outra vez cada vez que uma civilização se torna decadente e materialista, mas que renasce novamente quando a força da maré histórica derruba outra vez a vaidade e a ignorância dos “poderosos”.

A revolução do futuro ocorre principalmente na consciência de cada indivíduo que decide conhecer o seu o próprio eu superior e passa a ouvir a voz sem palavras da sua própria alma, a voz da sua consciência. Esta revolução não faz barulho. Ela se irradia passo a passo através do exemplo solidário.


 

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A Comunidade Planetária em 2070
Tendências Sociais de Hoje Antecipam o Dia de Amanhã
Carlos Cardoso Aveline
 
Como estará o mundo dentro de 50 ou 60 anos?
Será possível traçar um retrato provisório da vida cotidiana no futuro? Estará a humanidade vivendo um processo civilizatório sadio e estável na década de 2070?

Estas perguntas não constituem apenas um desafio à imaginação. Elas nos levam a erguer nosso olhar coletivo para o futuro a médio e longo prazos, como cidadãos de um processo evolutivo cujo potencial não conhece limites, mas que deve ser preservado por nós na transição atual. A vida é uma chama que passa de geração em geração. É só pensando a longo prazo que podemos perceber nossas responsabilidades.

Foi com o objetivo de expressar uma perspectiva mais ampla da vida que John Seed concluiu o texto do seu poema “Invocação ao Espírito de Gaia” evocando “o poder que sustenta os planetas em suas órbitas”, para pedir-lhe, como em uma oração, que nos dê a todos um sentido de “tempo imenso”, de modo que nossas breves vidas frágeis possam refletir os milhões de anos de evolução cuja potencialidade está posta, agora, em nossas mãos.

É neste contexto que foram feitos esforços nas décadas de 1980 e 1990 pela criação de modelos regenerativos de sociedade, e estudaram-se os cenários possíveis para o século 21.

O Instituto Worldwatch e o Instituto de Recursos Mundiais, dos Estados Unidos, vários organismos da ONU e setores do movimento ecológico e pacifista deram atenção ao tema durante vários anos. Este foi o assunto, por exemplo, da Conferência Internacional sobre a Cidade Ecológica, realizada em abril de 1990 em Berkeley, Califórnia, e que reuniu alguns dos nomes mais ilustres do processo de 43 transição civilizatória, naquele momento...

Os cidadãos planetários serão mais influentes do que hoje, mantendo um processo natural de observação e preservação das condições de vida das espécies, inclusive a espécie humana.

O ponto de vista e a metodologia adotados são os da filosofia esotérica de Helena Blavatsky. No estudo, os fatos externos e sociais são vistos como um contexto geral. O esforço central está voltado para o estudo da filosofia teosófica, que permite compreender as causas do momento atual e as bases da civilização do futuro...

Ele é tão avançado que, como resposta ao seu lançamento em 1987, os governos, em vez de o colocarem em prática, decidiram fazer uma mega-conferência ambiental. Foi então que a Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento – a Eco- 92 – começou a ser organizada...

“Todos devem ser responsáveis pelo seu próprio impacto sobre a natureza. Os recursos devem ser usados apenas nos níveis necessários e com eficiência, atentando para que o uso dos recursos renováveis seja sustentável”...

De um lado, temos uma ciência que começa a pressentir, mas ainda não se conscientizou da relação interdependente entre todas as partes da natureza. Falta-lhe a visão do conjunto, a percepção dos níveis supra-físicos, do caráter cíclico dos processos evolutivos, etc. Esta concepção puramente materialista é o que possibilita que o modo de vida prossiga normalmente como tem sido até agora, como se nada estivesse acontecendo.

De outro lado, a religião que não sabe o que dizer de tudo o que tem vindo a acontecer e que insiste em manter a letargia mental de uma grande parte da população. Na dúvida, o clero sempre vai dizendo que é preciso aplacar a ira do Deus imaginário: mais rezas, mais velas, mais incensos, mais templos, e mais ofertas para os cofres das igrejas.

A Teosofia demonstra que os desastres aparentemente indiscriminados da natureza têm a sua raiz na atividade (mental, emocional e física) de cada um dos seres humanos
, e que os períodos de decadência e renovação civilizatória são acompanhados por momentos de regeneração da fisionomia e da fisiologia planetárias. Tudo regulado pela soberana Lei Kármica...

As tremendas forças acumuladas pela atividade mental e astral da humanidade acabam por perturbar o equilíbrio vital do planeta. Os pensamentos tenebrosos e as emoções negativas emanadas pelos seres humanos desencadeiam autênticas convulsões na face de Gaia.
Pensamentos de paz e sentimentos de compaixão se somam às forças regeneradoras da Terra...


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A Árvore da Fraternidade Universal
Alguns Parágrafos Sobre a Transição para o Novo Ciclo Helena P. Blavatsky
Nota Editorial de 2011


“A Árvore da Fraternidade Universal” é a parte final do ensaio de H. P. Blavatsky “The Beacon of the Unknown”. Publicado pela primeira vez na França, em 1889, o artigo afirma que a tarefa dos teosofistas é construir o movimento esotérico de modo que ele venha a ser uma Arca e um refúgio em tempos difíceis:

“... Uma arca destinada, em um futuro não muito distante, a transportar a humanidade de um novo ciclo para além das vastas águas lamacentas do dilúvio de materialismo sem esperança.”

Na primeira metade do século 21, esta idéia é uma chave para compreender o futuro. Helena Blavatsky não se refere a “transportar a humanidade”, simplesmente. Ela diz que o movimento deve ser capaz de “transportar a humanidade de um novo ciclo” - para além da ilusão materialista.

O novo nasce no meio do velho, e a humanidade do novo ciclo - a humanidade do futuro - nasce da civilização do passado. Cabe a cada indivíduo examinar a que civilização ele pertence, e decidir de qual delas deseja fazer parte.

Se optar pela humanidade do futuro, deverá abrir caminho até ela com independência e por mérito próprio, porque, na etapa atual, o caminho ainda pertence aos pioneiros.


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A URI e a Teosofia

A Religião Mundial Já Está Oficialmente Criada!! Equivalente Espiritual das Nações Unidas!!

“A Iniciativa das Re­ligiões Unidas ( United Religions Initiative, U.R.I. ) representa a mais recente tentativa de amplo alcance da para unir as religiões com fins globalistas.

Tudo começou em 1993 numa sessão do “Parlamento das Religiões” de Chicago. A idéia de formar uma autoridade internacional dedicada a unificar as religiões do mundo e constituir um ramo espiritual das Nações Unidas, foi proposta por 
Sir Sigmund Sternberg, na sua qualidade de diretor do I.C.C.J., Conselho Internacional dos Cristãos e Judeus, conjuntamente a Robert Muller, ilustre representante New Age junto às Nações Unidas.


Bispo W. E Swing
A ideia de Robert Muller e de Sternberg já havia avançado e no dia 25 de Junho de 1995, na ocasião de uma cerimônia sincretista na catedral de S. Francisco para o 50° aniversário da Carta da O.N.U., quando o bispo presbiteriano William Edwin Swing havia anunciado a intenção de fundar a United Religions (Religiões Unidas).

As conferências U.R.I. foram em breve estendidas aos cinco continentes, com a participação de cristãos, judeus, muçulmanos, budistas, baha’i, hindus, zoroastrianos, sikh, seguidores do New Age e da Wicca (movimento neo-pagão de cultores da bruxaria), etc. Ali se decidiu elaborar mapas para a meados do ano 2000, envolvendo políticos conhecidos pelas suas iniciativas de orações comuns – no estilo de Assis – para proceder enfim à fundação oficial da nova organização, a U.R.I., que tinha no seu plano de ação o objetivo de promover uma durável cooperação inter-religiosa e criar uma cultura de justiça e paz. Para isto era necessário induzir religiosos e leigos à gradual aceitação dessa Nova Religião derivada de uma filosofia (teosofia) e ecologia espiritual.

 
Para contribuir com esta iniciativa, alguns bispos católicos fundaram, com o apoio de João Paulo II, a World Conference on Religion and Peace (W.C.R.P), Conferência mundial para a Religião e a Paz, creditada junto à O.N.U., presente em mais de 100 países e cujo primeiro presidente foi o arcebispo de Nova Dehli, Angelo Fernandes. Presidente da seção italiana do W.C.R.P. é Lisa Palmieri Billig, representante para a Itália da Anti Defamation League do B’nai B’rith, com sede em Roma.
A sexta assembleia-geral da Conferência no dia 3 de Novembro de 1994 teve seus trabalhos de abertura na sala sinodal da Santa Sé. Era a primeira conferência inter-religiosa no Vaticano, com a presença pessoal de João Paulo II na veste de presidente de uma assembleia de quase mil representantes de quinze crenças diversas, inclusive as religiões indígenas da África, Austrália e Oceania.

  João Paulo II em Assis 1986. Sacerdotes do Panteão de Assis.

Sob a cúpula vaticana ecoaram por duas horas, na presença de João Paulo II, versos hebraicos e do Alcorão, bem como invocações para a paz dos xintoístas, budistas e hindus, entremeados por blues africanos.

A Declaração final das Conferências afirmava: Dominamos a natureza como se essa fosse nossa, e esta arrogância é uma causa primária da atual crise ecológica. Na nossa obra de restauração da harmonia e da vida normal, devemos começar por arrepender-nos das nossas ações destrutivas e efetuar uma mudança desde um modelo antropocêntrico a um bio-cêntrico eco­cêntrico.

Não é esta uma declaração que exalta a criação acima do Criador, ou Deus imaginário como afirma a teosofia? Chamam a isto de progresso, mas não passa de um retorno ao passado. Declaram o estado como laico e o conduzem de volta ao paganismo. Na verdade são apenas estratégias para se libertarem da cultura judaico-cristã e banirem Deus do universo o qual criou. Estes são os mesmo que promovem os movimentos contra cultura a fim de destruir as famílias. 

Estes são os apoiadores do anticristo, do governo supranacional e, como pode ser percebido, quem o promove é o falso cristianismo, que no momento está sendo usado, mas a organização Besta, quando não precisar mais de seus serviços o destruírá. 

Afirmo isto sem o menor temor de errar porque a mesma profecia que informou que todas estas coisas aconteceriam também informa que a grande Babilônia que é este cristianismo misturado será destruído: Caiu, caiu a grande Babilônia. 


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Obs.: As religiões e doutrinações satanistas estão focadas no homem. A exaltação do ego é o seu principal ponto e o que atrai as pessoas que buscam significância neste mundo tenebroso. A Teosofia não podia ser diferente  por ser ela uma filosofia luciferiana.


Conclusão:

Assim como todas as matérias deste blog, esta também não foi produzida com a finalidade de dar a falsa esperança a quem quer que seja dizendo que temos que nos unir e lutarmos juntos para acabar com tudo isto porque assim não será. Nenhuma facção, seja ela da magnute que for, poderá mudar sequer um milímetro do rumo desta história. Embora não pareça, esta é a estratégia do Deus que eles pensam ser imaginário, para atrair ao pote de açúcar todas as pragas que deram na lavoura. Sim, é o momento da grande separação daquilo que é joio e trigo. Farão guerra contra nós e nos vencerão e isto é em todo o sentido. 

Por isso em dado momento daqui seremos tirados, porque a situação ficará tão dificil para os cristãos verdadeiros que nenhum de nós poderá suportar. O mundo para os cristãos acaba antes do que para o resto. E quando os povos estiverem celebrando a paz e segurança mundial sob o governo supranacional, o anticristo, por terem banido da face da terra a antiga ordem que eles acusam ser causadora dos males do planeta, o jogo se inverterá. 
O Deus que não é imaginário, sim, aquele que foi rejeitado e pregado na cruz descerá para tomar aquilo que ele comprou com seu próprio sangue. 

Este é o período do engano e o momento em que se manifesta aquele que atrairá a si todos os que lhe pertencem. 

Conhecem a história do príncipe dono de um reino muito poderoso que resolve encontrar a mulher que o ama pelo que ele é e não pela sua majestade? O qual se despiu de toda a sua formosura e como plebeu se misturou no meio do povo? Este um dia encontrou uma pobre moça, mal amada, amargurada, mas que ao conhecê-lo apaixonou-se profundamente. No entanto, a família desta donzela sonhava um casamento para ela que os tirassem da miséria na qual viviam e tudo fizeram para separar os dois. Ela pagou um alto preço por amá-lo, mas com todas essas dificuldades foi fiel até o fim. 

Grande foi a surpresa da jovem quando nas bodas descobriu que o seu amado era o seu rei, rico e poderoso, o qual a constituiu rainha e dona de tudo o que era seu. Infelizmente a familia desta jovem não teve o mesmo prazer, porque olhava para a aparência e o príncipe, conhecendo suas más intenções, sequestrou sua amada e, longe da vista dos seus parentes, realizou a cerimônia de seu casamento. 

Se esta ilustração falou a seu espírito entenda uma coisa. A igreja de Jesus Cristo será despojada do pouco que ainda possui aqui neste planeta. Refiro-me aos crentes genuínos, não aos simpatizantes e nem à religião cristã como um todo. Sendo você esta pessoa, lembre-se de ser fiel até à morte aos princípios que recebeste pela doutrina de Cristo. O relógio profético já está prestes a marcar meia noite. Este será o ponto mais alto permitido ao reino das trevas, mas também o limiar de outro tempo no qual seremos absorvidos pelo raiar de um novo dia.  Seja fiel no pouco que sobre o muito será colocado(a). 

Marcelo Alberto


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Referências:

Cadernos Filosóficos




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