segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Marxismo Cultural, um Golpe Democrático!




 Na matéria  "A Destruição do Cristianismo" , fiz a seguinte afirmação: "Sou REBELDE AO EXTREMO aos ideais lunáticos lulistas (comunistas maçons) implantados neste país desde os primeiros movimentos pseudos democráticos que preparam o terreno para um regime totalitário socialista."


Muitas pessoas por não saberem o que é  marxismo cultural não entenderam muito bem minha declaração e, para esclarecer trago esta matéria.

Trata-se de um resumo de todo o conteúdo focado no que realmente é mais importate. Desejando ir mais a fundo e conhecer detalhes históricos, pesquise na internet. Existe um vasto material sobre o tema que vale a pena ser examinado.

Na verdade, me posicionei de forma objetiva para criticar a hipocrisia do cristianismo híbrido que se revela nos dogmas católico romano e também no protestantismo herético de forma a não ser confundido com um acionário subversivo.
Ambos são responsáveis por muitos genocídios  na história da humanidade e  no que se refere às instituições que carregam como máscara o nome de Cristo, me vejo no direito de protestar contra sua hipocrisia porque como um cristão, não posso me omitir diante de tanta podridão que macula o santo evangelho de Cristo, funcionando como uma mosca varejeira que cai em um prato de sopa comprometendo toda aquela refeição. Creio que dificilmente alguém seria capaz de saboreá-la tendo removido apenas a mosca imunda do canto do prato.  É assim que satã usa estes falsos cristãos. Afinal, para isto foi plantado
o joio  na igreja desde os dias de Constantino.

Jamais uma instituição verdadeiramente cristã seria capaz de tantas barbáries por interesses excusos como se pode observar ainda nestes dias, a ponto de um papa abdicar do poder por pressão e opressão.

Porém, a força do evangelho está na fidelidade do Senhor, que faz do sangue das suas fiéis testemunhas sementes que crescem, florecem e dão seu fruto através dos tempos. É a força do testemunho selado com sangue.




A Deus seja toda glória, honra e majestade por tua infinita misericórdia!


Ao falar sobre marxismo é importante ressaltar que nos bastidores deste movimento está a maçonaria e as sociedades secretas, que se tornaram secretas porque foram perseguidas pela sanguinaria "igreja cristã". As quais nutrem a longa data um ódio mortal pelo cristianismo, já não bastasse o ódio natural das tais pelo nome de Cristo. 




Com a ascenção da nova era, a sede de vingança vem sendo saciada de uma forma estratégica tendo como alvo principal a igreja católica, que por sua vez, juntamente com todas as suas doutrinas pagãs sustentam também muitos dos valores da moral judaico-cristã. Ao passo que a guerra cultural marxista se trava exatamente contra estes valores a fim de anticristianizar o povo ocidental e sorrateiramente estabelecer o comunismo em toda a américa e assumir o comando absoluto por meio de seu governo totalitário.


A liderança evangélica em sua grande maioria é completamente cega para esta realidade e em razão disso, muito pouco ou nada tem contribuido para que o povo evangélico tenha a visão desta ferrenha guerra cultural e espiritual travada contra todos nós e, muito pelo contrário, como temos ouvido e visto, grande parte destas lideranças está envolvida ou contaminada com a maçonaria e outros tantos constróem suas filosofias bebendo na sabedoria de Karl Marx,  assim alienam seu público que se conduz ingenuamente sob o domínio que sorrateiramente o doutrina (Politicamente Correto).

Neste quesito, em ambiente
cristão religioso, não observei autoridade maior do que alguns sacerdotes católicos, os quais vem esclarecendo aos seus por meio de seminários a respeito, com o propósito de oferecer resistência aos militantes,  insentivando-os a sustentarem os valores cristãos.

Felizmente, temos alguns do meio evangélico na blogosfera denunciando a estas coisas, que com certeza, não têm passado desapercebido aos olhos dos mais atentos. Contudo, isto ainda é muito pouco conhecido e muito menos discutido e, como uma chuva repentina, apanhará a muitos de surpresa.

Justiça seja feita! Nisto louvo também alguns líderes católicos, mesmo sabendo que usam isto para legitimar a posição de sua madre igreja como absoluta e a imagem de seu herege líder como sendo a voz de Deus.

Em especial, cito o Pe. Paulo Ricardo que realiza um excelente trabalho a respeito e muito esclarecedor. Não posso me esquecer também do competentíssimo filósofo brasileiro Olavo de Carvalho que a muito vem colaborando com o grande público a respeito destes e de muitos outros assuntos que são pertinentes, denunciando esquemas politicos e religiosos sem intimidar-se com os lobos vorazes.



"MARXISMO CLÁSSICO VERSUS MARXISMO CULTURAL

O marxismo cultural faz questão de não ser identificado com o marxismo clássico.
O marxismo cultural não apenas é uma cultura anti-cristã, como também tenta ludibriar as pessoas fazendo passar idéias anti-cristãs como cristãs. Por exemplo, a idéia de paz mundial sem Cristo, simbolizada pelo logotipo da cruz invertida e com os braços quebrados.

A democracia precisa de uma base moral, de respeito mútuo onde possam conviver juntos a esquerda e a direita. Mas devido ao marxismo cultural, as coisas mudaram de tal maneira que o que antes era esquerda, virou centro; o que antes era a ultra-esquerda, virou a esquerda atual; e o que era direita, praticamente desapareceu do cenário político.Pe. Paulo Ricardo
De acordo com a explicação do Pe. Paulo Ricardo, o marxismo cultural se diferencia do clássico especialmente porque a revolução ocidental deixa de ser uma guerra armada e passa ser intelectual.  



Vamos para a matéria?

Marx escreveu no Manifesto Comunista em 1848 o seguinte:



"O trabalho industrial moderno, a sujeição do operário pelo capital, tanto na Inglaterra como na França, na América como na Alemanha, despoja o proletariado de todo caráter nacional."

"Os operários não têm pátria. Não se lhes pode tirar aquilo que não possuem."

"A ação comum do proletariado, pelo menos nos países civilizados, é uma das primeiras condições para sua emancipação."

"PROLETÁRIOS DE TODO O MUNDO, UNI-VOS !"


Em virtude destas palavras proféticas do "mestre", no início do século XX, era unanimidade entre os seguidores da doutrina marxista de que na próxima guerra entre os países "capitalistas" da Europa, os proletários iriam se negar a lutar pelas suas pátrias, e com as armas nas mãos, se uniriam internacionalmente para derrubar a burguesia em todos os países desenvolvidos e tomariam o poder político implantando o socialismo !

Os "intelectuais" socialistas falavam com júbilo em suas palestras e conversas entre "intelectuais" - sobre essa certeza - o que o "mestre" havia previsto estava próximo de acontecer !

Porém, quando da Primeira Guerra Mundial em 1914-19, que envolveu a maioria dos países da Europa, para surpresa geral dos "intelectuais" socialistas, não aconteceu o que o "mestre" havia previsto !
Os trabalhadores se alistaram em massa aos exércitos das suas nações e lutaram pelas suas respectivas pátrias !


A refutação do marxismo pela realidade histórica - "Soldado a caminho do front, alemão conta que pediu aos pais que não esperassem sua volta – Para ele, vitória de seu Exército é certa – Momento 'maravilhoso' justificaria os sacrifícios de seu país!"


Os "intelectuais" socialistas ficaram como baratas tontas, o chão se abriu sobre seus pés, como pode ter acontecido isso ?
Se perguntavam com grande amargura...
Como pode não ter acontecido o que o "mestre" previu ?

Com o final da guerra e a consumação do fato, e com a tomada do poder na Rússia (parte oriental da Europa) em 1917, pelos comunistas, os "intelectuais" socialistas ocidentais continuaram amargurados a se perguntar por que no ocidente, nos grandes países "capitalistas" (Inglaterra, Alemanha, França, Itália, EUA), as previsões do "mestre" não aconteceram ?

Diante da realidade dos fatos históricos, e da prova incontestável de que os trabalhadores - tinham pátria sim !
Diante da prova incontestável que os trabalhadores prezavam suas nações e tinham patriotismo, era de se esperar que os "intelectuais" socialistas chegassem a conclusão que algo estava errado com as palavras do "mestre"...
Mas, isto seria sacrilégio !





O "profeta" não erra.
Então, aconteceu o inusitado, eles concluíram que:
o "mestre" não erra, o "mestre" não errou, algo existia na sociedade ocidental que fazia com que não acontecesse o previsto no dogma marxista - precisamos encontrar o culpado dessa heresia !

Marx já tinha dado algumas dicas no Manisfesto Comunista, dentre elas Marx escreveu:

"Abolição da família!
Até os mais radicais ficam indignados diante desse desígnio infame dos comunistas. Sobre que fundamento repousa a família atual, a família burguesa?
No capital, no ganho individual.
A família, na sua plenitude, só existe para a burguesia, mas encontra seu complemento na supressão forçada da família para o proletário e na prostituição pública.
A família burguesa desvanece-se naturalmente com o desvanecer de seu complemento e uma e outra desaparecerão com o desaparecimento do capital."

















A família, segundo a loucura marxista, é a culpada pelo marxismo não ter sido aceitono ocidente !


A família...
Ou mais precisamente "a família burguesa"...
Digamos, marido, mulher, filho, filha, avô, avó, são - "família burguesa".

Disto sabemos, o que não sabemos é como seria a "família comunista" para Karl Marx, isso ele nunca disse !

Então, eis ai a resposta !
A família cristã, centrada na Moral judaico-cristã, no Direito Romano e na Filosofia Grega clássica.

Eis ai os vilões !
1 - A Moral judaico-cristã.
2 - O Direito.
3 - A Filosofia grega.




Aristóteles e Adriano, representantes da Filosofia Grega e do Direito Romano, segundo a insanidade marxista, também são os culpados pelas ideias do "mestre" não terem sido aceitas no ocidente.

Essas são as bases da cultura ocidental e são os culpados de no ocidente não terem acontecido as previsões do "mestre" !

Os descobridores desta macabra conclusão foram o húngaro Gyorgy Lukacs, e o italiano Antonio Gramsci.
Disseram eles - os trabalhadores são alienados e não percebem que são dominados por essas perversidades burguesas !

Aos iluminados "intelectuais" socialistas cabia a "nobre" tarefa de destruir a cultura ocidental, destruir a família e a Moral cristã, destruir o Direito, destruir a Filosofia Grega e tudo o mais que, segundo eles, pudessem impedir que as previsões do "mestre" não se realizassem, e finalmente, quando eles reduzissem a pó a cultura ocidental, o maravilhoso marxismo comunista finalmente seria implantado no ocidente.
Já que a realidade não bateu com a teoria marxista - mudemos a realidade !
Disseram os "intelectuais" socialistas...

Passaram então a imaginar estratégias que pudessem usar para atingir essa objetivo, que sabiam eles, era de longo prazo.

Dai surgiu o "marxismo cultural", que passou a atuar nas universidades e escolas em geral, na midia, no meio artístico, e produziu seus filhos - o "politicamente correto", o "terceiro setor" não governamental (ONGs) "sem fins lucrativos", onde eles continuam a agir sorrateiramente, camuflados, pois uma das estratégias fundamentais do "marxismo cultural" é não assumir a sua personalidade marxista, principalmente depois da derrocada do império soviético.

Tal poder corrupto acaba de conseguir o poder na maior nação do mundo, o EUA, que foi durante 60 anos o alvo principal da militância do "marxismo cultural".
E com isso, a sociedade atual está correndo sério risco de ser destruída e o marxismo - a doutrina do pensamento único, ser implantada no planeta, não mais pela "revolução", mas agora, pela corrupção da sociedade.





A seguir iremos descrever quais foram as loucas ideias desses dementes.


2 - Princípios Gerais.

As ferramentas para alcançar os objetivos do marxismo cultural foram surgindo.

Lukács forneceu as linhas gerais, a meta seria incutir nos trabalhadores a "consciência de classe".

Gramsci inventou a “revolução cultural”, com o objetivo de mudar o “senso comum” da humanidade.

O pessoal de Frankfurt, em especial Horkheimer, Adorno, Marcuse e Harbenas tiveram a idéia de misturar Marx e Freud, concluíram que a sociedade ocidental era dependente da "cultura burguesa".
Deram o nome as suas elucubrações de “teoria crítica”, que foi a única coisa que fizeram, crítica a tudo (menos ao falido socialismo é claro).
Propostas para o futuro, ou seja, o que viria após a destruição da sociedade ocidental, tal qual o "mestre" - jamais disseram como seria !

Da França, o "marxismo cultural" recebeu a providencial colaboração do “desconstrucionista” Jacques Derrida.
O Desconstrucionismo é o método através do qual se retira o significado de um texto para se colocar a seguir o sentido que se pretende para esse texto.
Este método é aplicado não só em textos, mas também na retórica política e ideológica em geral.
A desconstrução de um texto (ou de uma realidade histórica) permite que se elimine o seu significado, substituindo-o por aquilo que se pretende.
Por exemplo, a análise desconstrucionista da Bíblia pode levar um marxista cultural a inferir que se trata de um livro dedicado à superioridade de uma raça e de um sexo sobre o outro sexo.

A análise desconstrucionista das obras de Shakespeare, por parte de um marxista cultural, pode concluir que se tratam de obras misóginas que defendem a supressão da mulher.

Ou a análise descontrucionista dos Lusíadas de Luís Vaz de Camões, levaria à conclusão de que se trata de uma obra colonialista, machista e imperialista.


No EUA a lenta mas eficaz germinação do "politicamente correto" foi a faceta americana a contribuir com o "marxismo cultural".
Marcuse é o germe do politicamente correto no EUA, com a ajuda de Adorno.
Os dois fugiram para o EUA na segunda guerra.
"Faça amor, não faça a guerra", disse Marcuse... e com isso colocou a sexualidade na trama.
Marcuse via um futuro adverso para a humanidade e foi ele que iniciou a "luta de classes" entre sexos.
O rejeição de tudo que vem da "direita" como mal, e a aceitação de tudo que vem da "esquerda" como bom, também é uma criação de Marcuse.

Devido a influência da cultura norte-americana no mundo, o marxismo cultural "politicamente correto" se alastrou por todo o planeta e hoje está presente em todas as partes, na midia, no sistema educacional, nos filmes, nas peças de teatro, em tudo, não existe nada em termos culturais onde ele não esteja transfigurado de "boas intenções", de "humanista", de "igualdade" de "proteção" de um infindável número de "classes" incluindo nelas os animais, a alimentação, o fumo, etc.

O marxismo cultural só não ataca os bandidos, os viciados em drogas, os terroristas, os traficantes, e tudo o mais que seja ruim para a sociedade, o marxismo cultural os usa como importante ferramenta na sua única intenção - destruir a sociedade e a cultura ocidental.

Para o marxista cultural, a análise histórica resume-se tão só à análise da relação de poder entre grupos sociais.


3 - Fundamentos teóricos

Em Marx, o marxismo cultural tem a sua essência - a crítica à sociedade capitalista.

Em Freud, o marxismo cultural se baseou para inventar por exemplo o que é falado hoje em dia - que os povos da antiguidade, os índios, eram comunistas...
Ou seja, "adaptaram" o conceito freudiano de "retorno a origem".
Ao conceito freudiano de "repressão" atribuíra uma suposta opressão da sociedade ao "instinto original" do homem.

O marxismo cultural cria uma ojeriza para a humanidade - em tudo existe a sombra do "poder".
E inverte os valores.
Para o marxismo cultural, um bandido estuprador é uma vítima da sociedade opressora, e a pessoa estuprada recebeu o castigo por sua existência nessa sociedade opressora...
Como querem destruir a família, a procriação é para eles uma opressão da mulher, e o ato sexual sem procriação praticado por gays, é o símbolo de liberdade sexual !

Uma infinidade de coisas estúpidas desse tipo fazem parte do louco repertório "filosófico" dos marxistas culturais...


4 - Os artífices do marxismo cultural.

Gyorgy Lukács (1875-1971)


Quem irá nos salvar da cultura ocidental ?
Gyorgy Lukács


Depois da desilusão socialista na Primeira Guerra Mundial, Lukács escreveu entre 1919 e 1922 e publicou em 1923, "História e Consciência de Classes", que foi o início da corrente de pensamento que passou a ser conhecida como "marxismo cultural".

Para Lukács, "ideologia" é a projeção da consciência de classe da burguesia, que funciona para prevenir que o proletariado assuma uma posição revolucionária classista.
Segundo ele a ideologia determina mais a "forma de objetividade" do que a estrutura do conhecimento.
A ciência do real deve se ater, de acordo com Lukács, ao pensamento da "totalidade concreta" através de que é possível pensar objetivamente um período histórico.

Ele também escreveu: "Somente quando o coração do ser mostra-se como ser social, pode aparecer como um produto, inconsciente, da atividade humana, e esta atividade, por sua vez, é o elemento decisivo de transformação do ser."

Lukács inventou o termo "reificação" dizendo que devido à natureza íntima da sociedade capitalista, as relações sociais transformam os indivíduos em "coisas", impedindo o surgimento da consciência de classe.

Em um ensaio com mesmo nome da sua obra Lukács tenta preencher uma lacuna do marxismo, a ausência da conceito de "classe" em Marx, definindo-o como sendo a posição que o indivíduo ocupa no modo de produção.
O que é trocar 6 por meia dúzia, uma vez que teria que explicar e demonstrar o que vem a ser "posição no modo de produção"...

Lukács era, digamos, despojado, como bom socialista, dava sua mulher para o amigo que a quisesse...

No final da sua vida, Lukács rejeitou as idéias de "História e Consciência de Classe", em particular a crença no proletariado como sujeito-objeto da história.
Passou tb a combater o partido comunista da URSS.
Provavelmente o "proletário" Lukács se conscientizou do seu amor a pátria húngara quando da invasão da Húngria pelo exército comunista da URSS !



Antonio Gramsci (1891-1937)



Gramsci não mudou a teoria de Marx que diz que o que vai "mudar o mundo" é a luta de classes entre proletários e burgueses.
Só que para ele essa luta não mais será uma revolução armada, mas sim uma "revolução cultural", uma luta ideológica.

Gramsci foi preso pelo facismo em Fevereiro de 1929, na prisão ele começou a refletir sobre a situação, colocou essas reflexões em 32 "Cadernos do Cárcere", ao todo são 2.848 páginas, ele escreveu até 1935 qdo ficou doente.
Depois que a guerra acabou, sua cunhada Tatiana Schucht, recolheu e orhanizou os cadernos e os deu a Felice Platone que fez uma revisão do texto e o publicou com os seguintes títulos:
Il materialismo storico e la filosofia di Benedetto Croce, 1948
Gli intellettuali e l'organizzazione della cultura, 1949
Il Risorgimento, 1949
Note sul Machiavelli, sulla política e sullo Stato moderno, 1949
Letteratura e vita nazionale, 1950
Passato e presente, 1951

Para Gramsci, ao mudarmos a cultura de um povo, ao mudarmos suas tradições e valores (para uma outra pré condição - socialista - já planejada por ele), mudamos o modo de pensar e agir da sociedade, e com isso esperava ele, a sociedade estaria pronta para aceitar o marxismo.

Para chegar a esse objetivo as estratégias seriam duas:
- A escola unitária.
- O intelectual orgânico.

Com a escola única todos teriam os mesmos ensinamentos na área de humanas, biológicas e exatas, todos teriam quando crianças ensinamentos intelectuais e profissionais iguais.
Todos seriam filósofos, segundo Gramsci...
Segundo o seu modelo, seis de um período de dez anos seriam dedicados a uma educação que unisse as mateiras comuns com as matérias técnicas.

A ênfase dessa "escola" é no ensino das crianças, Gramsci não dá valor para o convencimento racional dos adultos, ele quer mudar o cerne do ser humano, quer mudar o subconsciente humano, quer mudar o "senso comum", por isso quer atuar nas crianças, que ainda não tem discernimento para saber que estão sendo doutrinadas. e não educadas de forma honesta sem segundas intenções.

Esse "trabalho" é a longo prazo, talvez séculos, essa estratégia pretende chegar a "hegemonia", a principal meta de Gramsci.
A "hegemonia" precede a tomada do poder pelo Partido Comunista (o "príncipe" segundo Gramsci), a "hegemonia" é uma total dominação psicológica da sociedade, de forma que ela esteja pronta quando da tomada do poder pelo "príncipe" comunista, e o aceite de forma singela.

Desta fantástica escola surgiria - o "intelectual orgânico", um cara que tanto pode ser um trabalhador braçal como pode ser um escritor, um jornalista ou um ator.

Neste contexto, os "intelectuais orgânicos" não são os filósofos, mas sim os professores primários, músicos, cineastas, jornalistas, educadores, professores da área de humanas, assistentes sociais, pedagogos, membros de instituições mundiais, membros de organizações não governamentais (ONGs), etc, que serão os doutrinadores incumbidos da corrupção infantil no dia a dia.
A "revolução cultural" seria feita pelas mãos deles, mas claro, jamais deixariam de ser marxistas e ter Marx como o "mestre" dessa conspiração.

Gramsci achava que era mais coerente todos pensarem de forma igual, do que necessitarem de um gênio filosófico.
Só não se sabe se ele incluiria Marx, o mestre dele Croce, ou ele próprio, nessa teoria...

Vamos ver palavras de Gramsci:

"O moderno Príncipe (partido comunista), desenvolvendo-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que seu desenvolvimento significa... que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio moderno Príncipe...
O Príncipe toma o lugar nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume".
Antonio Gramsci, Cadernos do Cárcere, 1935.



HEGEMONIA

Você notou algo em comum nos rostos de todas as pessoas destas fotos ?
Acredito que sim... é bem visível.
Essa é a imagem da alienação que tomou conta da humanidade ocidental na atualidade.
Gramsci deu o nome de "hegemonia" a este estágio do domínio das mentes humanas pelo "príncipe".

Fonte: Marxismo Cultural




COMUNISMO NO BRASIL - Explicação de Olavo de Carvalho


 





Foto de alguns políticos marxistas.














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