domingo, 27 de março de 2016

A FALSA PÁSCOA DA DEUSA OSTARA



 Estudioso alerta que cristãos comemoram Páscoa na data errada


“Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao SENHOR, escolhei hoje a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao SENHOR.”. [Josué 24:15].
“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.” [Mateus 6:24].
“Não te inclinarás diante dos seus deuses, nem os servirás, nem farás conforme às suas obras; antes os destruirás totalmente, e quebrarás de todo as suas estátuas.” [Êxodo 23:24].
“… se servires aos seus deuses, certamente isso será um laço para ti.” [Êxodo 23:33].
“E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” [2 Coríntios 6:15-18].
Em todas as Escrituras, o Eterno Deus adverte seu povo a não servir aos falsos deuses estrangeiros nem copiar suas “obras”. Entretanto, geração após geração de judeus no Velho Testamento achou o sistema idólatra de adoração das nações pagãs circunvizinhas absolutamente irresistível. Ao ler o Velho Testamento, você encontra o Eterno Deus advertindo seu povo repetidas vezes a não seguir a religião, as tradições e as práticas das nações adoradoras de Satanás circunvizinhas a Israel.
No entanto, vez após vez, Israel se recusou a obedecer às advertências do Eterno Deus e mergulhou fundo na adoração pagã de seus vizinhos. Esse paganismo penetrou até mesmo nos círculos internos do governo, sob a liderança de maus reis e rainhas e, no Templo, por meio dos sacerdotes idólatras. Em numerosas ocasiões, o Eterno Deus levantou reis justos que imediatamente iniciavam uma limpeza física no templo, no sacerdócio e dos judeus seguidores de baal, o demônio-deus favorito daquela época. O Eterno Deus deixou registrado nas Escrituras esses tempos de reforma e restauração para nós. Portanto, vamos examinar algumas passagens onde o Eterno Deus ordenou uma remoção total da adoração a baal.
“Mas os seus altares derrubareis, e as suas estátuas quebrareis, e os seus bosques cortareis.” [Êxodo 34:13].
“E tiraram as estátuas da casa de Baal, e as queimaram.” [2 Reis 10:26].
“Porque tirou os altares dos deuses estranhos, e os altos; e quebrou as imagens, e cortou os bosques.” [2 Crônicas 14.3].
“E acabando tudo isto, todos os israelitas que ali se achavam saíram às cidades de Judá e quebraram as estátuas, cortaram os bosques, e derrubaram os altos e altares por toda Judá e Benjamim, como também em Efraim e Manassés, até que tudo destruíram.” [2 Crônicas 31:1].
“E quebrará as estátuas de Bete-Semes, que está na terra do Egito; e as casas dos deuses do Egito queimará a fogo.” [Jeremias 43:13].
“Israel é uma vide estéril que dá fruto para si mesmo; conforme a abundância do seu fruto, multiplicou também os altares; conforme a bondade da sua terra, assim, fizeram boas as estátuas.” [Oséias 10:1].
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Pastor brasileiro pede que cristãos abandonem tradição católica apostólica romana.

Ceia no filme A Paixão de Cristo.
Ceia no filme A Paixão de Cristo.
Esta semana, cristãos de todo o mundo celebram a Páscoa, que lembra a crucificação de Jesus na sexta e sua ressurreição no domingo. Isso é a pedra angular da fé cristã e deveria ser considerada a festa cristã mais importante.
Contudo, um pastor especializado no ensino sobre as raízes judaicas da fé cristã tem uma bomba para os crentes: eles estão comemorando no dia errado.
Mark Biltz, do El Shaddai Ministries, está pedindo que os cristãos atentam para o fato de que a Bíblia possui um calendário distinto, com informações que não podem ser ignoradas. Caso contrário, estaremos celebrando a ressurreição de Jesus quase um mês antes da verdadeira data de sua crucificação.
“Esse é o problema quando seguimos as tradições dos homens, em vez da Bíblia”, alerta Biltz, em um artigopara o site WND. Ele aproveita a ocasião para defender que os cristãos voltem para a tradição bíblica e interpretem corretamente as Escrituras.
“A principal razão para os cristãos voltarem-se para o calendário bíblico é entendermos os eventos proféticos”, explicou. “As profecias bíblicas seguem o calendário judaico. Se queremos entender o que está para acontecer, precisamos saber disso. Como podemos fazer a conexão com o que o Senhor fez no passado e compreender o que Deus fará no futuro, se não estamos fazendo essa conexão corretamente?”, escreveu ele.
Biltz lembra ainda que o calendário romano foi estabelecido na época da criação de Roma, em 753 a.C. Ele era um ano solar e não lunar, como o que os judeus usavam. Mais tarde, o Império Romano fez alterações e criou o calendário Juliano em 46 a.C.
Ou seja, já existia na época de Jesus, mas não era seguido pelos judeus. O calendário que seguimos hoje é o Gregoriano, promulgado pelo Papa Gregório XIII em 1582. Ele precisa ser “corrigido” de 4 em 4 anos, com os chamados anos bissextos.
O pastor Biltz pede que os cristãos não esqueçam que a Páscoa é uma festa judaica, que seguia o calendário lunar, dado por Deus. Em Levítico 23:5 fica estabelecido a Páscoa é no dia 14 do primeiro mês do ano judaico, Nisan. Este ano, a Páscoa, ou Nisan 14, ocorre no pôr do sol do dia 22 de abril! Essa data pode ser comprovada por qualquer sinagoga ou federação israelita do mundo.
A importância de celebrarmos no dia correto, insiste Biltz é o fato de a Páscoa não ser uma data qualquer. De acordo com Mateus 26:17-19, a Última Ceia foi uma refeição pascal, ou, seja, o cumprimento do plano de Deus para restabelecer o Pessach como uma celebração não só dos judeus, mas de todos os que creem em Jesus.
“A maioria dos cristãos admite que Jesus precisava seguir a Torá para cumprir a profecia”, assevera Biltz. “Fica claro nos Evangelhos que Jesus morreu na Páscoa. Quando você liga isso com Levítico, entenderá exatamente o que estava acontecendo. ”
Para o estudioso, Cristo instruiu seus seguidores a continuarem celebrando a Páscoa.
“O Senhor disse durante a Última Ceia: ‘Fazei isto em memória de mim’. Bem, isso está intrinsicamente relacionado com a Páscoa que é a crucificação. Devemos seguir o mandamento bíblico. Contudo, a maioria dos cristãos não lembram, simplesmente celebram a Ressurreição. Muitas vezes fazem isso no calendário errado!”.
Seguindo a lógica de Biltz, a lembrança da ressurreição de Cristo deve ser em 24 de abril. “Se Jesus cumpriu tudo, ele morreu na Páscoa… que deve ser celebrada no dia 14 do primeiro mês bíblico. Somente então devemos celebrá-la”.
Embora em alguns anos realmente a Páscoa judaica e a cristão coincidam, o pastor diz que está na hora de os crentes começarem a honrar o calendário de Deus.
“A vinda do Messias cumpriu o calendário bíblico. Ele morreu na Páscoa. Foi enterrado na festa dos pães ázimos. Ressuscitou na Festa das Primícias. Tudo isso fazia parte do plano de Deus, estabelecido desde a fundação do mundo, porque Ele é o mesmo ontem, hoje e sempre”, finaliza.
Existem várias igrejas que tem por hábito seguir o calendário bíblico e não o católico para celebrar datas especiais, inclusive no Brasil.
O pastor Paulo De Tarso Fernandes, da Igreja Apostólica Betlehem, disse ao Gospel Prime: “Eu não concordo em estarmos celebrando a Páscoa fora de época, pois não estamos seguindo a Bíblia, mas, a tradição católica, muito distante das Escrituras e está na hora de voltarmos…  Este ano, justamente neste período da páscoa Católica está se celebrando a Festa Bíblica do Purim. Isso é o que todo cristão deveria estar fazendo, resgatando não uma tradição judaica, mas a verdade e a revelação da Palavra de Deus”. Com Informações de Gospel Prime.

A FALSA PÁSCOA DO PAGANISMO ENSINADO POR ROMA PAPAL, MUITO DIFERENTE DO PESSACH CRISTÃO
A Páscoa pagã é uma festa móvel, isto é, não cai no mesmo dia todos os anos. Para descobrir a data em que será celebrada, é preciso localizar o primeiro domingo depois da primeira Lua cheia da primavera de Roma (hemisfério norte), usando os critérios gregorianos. No Brasil (hemisfério sul), o cálculo corresponde à primeira Lua cheia de outono. Aqui, o outono inicia se no dia 21 de março; portanto, tendo a Lua cheia deste ano ocorrido no dia 22 de março, a Páscoa de 1989 foi celebrada no dia 26 de março.
A Páscoa pagã também é o dia em que “celebra se a ressurreição de Cristo”. Todavia, até o século IV, ele era consagrado à comemoração da ressurreição do deus do Sol, Mitra, cujo aniversário de nascimento, em 25 de dezembro, coincide com o de Jesus de Roma Papal que introduziu o paganismo no Cristianismo bíblico. 
Qual a razão de festejar-se a Páscoa com ovos? Segundo o paganismo, porque os ovos simbolizam a vida nova e, portanto, a ressurreição. Antigamente, em especial no norte da Europa, o povo não costumava comer ovos durante a Quaresma, mas no sábado de Aleluia (o dia que antecede a Páscoa) as pessoas cozinhavam os ovos que tinham recolhido a os pintavam com cores alegres. No dia da Páscoa pagã, eles eram dados aos amigos a parentes ou escondidos nos jardins e quintais para que as crianças os procurassem. Dizia se que o coelhinho deixara os ovos lá…
Nos Estados Unidos há um costume interessante: para ter sorte, as pessoas rolam ovos coloridos e pintados nos gramados da Casa Branca, a residência do presidente norte-americano.
Mas como é que o coelhinho entrou nessa história toda? Porque esse simpático animal assemelha-se à lebre que, no Antigo Egito, simbolizava a fertilidade e a periodicidade humana e lunar. Aos poucos, a imagem da lebre chegou à Europa, transformou-se em coelho e foi adotada pelo povo.
PÁSCOA, MAIS UMA, DENTRE AS VÁRIAS DATAS PAGÃS
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As datas comemorativas (como Natal, Páscoa, festas juninas e ano novo) do nosso calendário gregoriano (feito pelo papa Gregório XIII), se baseiam em festas pagãs que eram realizadas em comemoração a chegada de solstícios, como o Natal, que comemora o solstício de verão e o aniversário do deus Sol babilônico, da mesma forma a Páscoa comemora o solstício de Primavera, e o a celebração da festa de fertilidade da deusa Ishtar, mais conhecida na bíblia como Astarote (deusa da prosperidade e fertilidade).
Sobre essa festa, era praticada a prostituição com muita depravação, rituais para essa deusa que diziam que veio para a terra em um ovo lunar, veja um trecho que retirei do site a UOL sobre as prostituições nesses templos de adoração pagã: “costume mais horrendo” na Babilônia, escreveu o historiador Heródoto (que acredita-se que tenha vivido entre aproximadamente 490 a 425 a.C.), era a prática disseminada da prostituição no Templo de Ishtar. Uma vez durante suas vidas, todas as mulheres do país eram obrigadas a sentar-se no templo e “entregar-se a um estranho” por dinheiro. As mulheres “ricas e esnobes”, criticou o historiador da Grécia antiga, chegavam em “carruagens cobertas”. Os persas no Mar Negro aparentemente estavam envolvidos em atividades igualmente nefastas. Segundo o geógrafo grego Strabo, “as filhas virgens”, que mal tinham 12 anos, eram dedicadas ao culto da prostituição. “Elas tratam seus amantes com tamanha cordialidade que até mesmo os entretêm”.
Então novamente a igreja católica que camufla seus costumes pagãos em Cristianismo, camuflou também a Páscoa, dizendo então que essa data comemora a ressurreição de Cristo, o que é uma completa mentira.
Os símbolos dessa deusa eram os coelhos e ovos, então a elite global para alavancar ainda mais essa data, criou os ovos de Páscoa, a figura do coelhinho e tudo mais!
Então concluindo a Páscoa é mais uma data pagã de adoração a deuses estranhos disfarçada de Cristianismo!
OBSERVAÇÃO: Não confundir a verdadeira Páscoa que é comemorada no dia 14 do primeiro mês hebreu com a falsa Páscoa pagã!

Equinócio de Primavera: 13 semanas — Sabá menos importante, mas requer sacrifício humano.
21 e 22 de março — A deusa Ostara (Ishtar, também se usa a ortografia “Eostre”), a quem a Páscoa [pagã, em inglês “Easter”] faz referência — 21 de março é uma das noites de sacrifício humano dos Illuminati.
A Páscoa pagã é uma data móvel que usa a prática comum da astrologia; é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua nova após Ostara.
Essa data também não tem absolutamente nada que ver com a Páscoa judaica e nem com a ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo! Em vez disso, esse dia na tradição pagã celebra o retorno de Semíramis em sua forma reencarnada da deusa da primavera. Os pagãos até mesmo têm um equivalente para a sexta-feira santa! É a “Sexta da Páscoa”, e tem historicamente sido alocada na terceira lua cheia a partir do início do ano. Desde a associação da Páscoa pagã com a ressurreição de Jesus, a sexta-feira santa é fixada permanentemente na sexta-feira anterior à Páscoa.
A Páscoa pagã [Easter] está imersa nos mistérios babilônios, o mais maligno sistema idólatra já inventado por Satanás! Em todas as Escrituras proféticas, vemos Deus declarar seu julgamento final sobre a ímpia Babilônia! Todavia, a cada ano, pastores cristãos celebram a Páscoa como se fosse uma festividade cristã. Muitos pregadores independentes estão começando a se referir a esse dia que celebra a ressurreição de Jesus como “Domingo da Ressurreição”, de modo a fazer distinção dessa celebração pagã.
A deusa babilônia Ishtar é aquela a quem a Páscoa [Easter] se refere (Pagan Traditions of Holidays, pág. 9); na realidade, ela era Semíramis, mulher de Ninrode e a verdadeira fundadora dos mistérios satânicos babilônios. Depois da morte de Ninrode, Semíramis criou a lenda de que ele era na realidade seu filho divino, que nasceu quando ela ainda era virgem. Semíramis é considerada co-fundadora com Ninrode de todas as religiões ocultistas.
A Páscoa pagã [Easter, em inglês] — o Dia de Ishtar — é celebrada amplamente em várias culturas e religiões do mundo.
  1. Babilônia — Ishtar (Easter), também chamada Deusa da Lua
  2. Católicos — Virgem Maria (Rainha dos Céus)
  3. Chineses — Shingmoo
  4. Druidas — Virgo Paritura
  5. Egito — Ísis
  6. Efésios pagãos — Diana
  7. Etruscos — Nutria
  8. Alemães (antigos) — Herta
  9. Gregos — Afrodite / Ceres
  10. Índia — Isi / Indrani
  11. Judeus apóstatas antigos — Astarte (Rainha dos Céus)
  12. Krishna — Devaki
  13. Roma — Vênus / Fortuna
  14. Escandinavos — Disa
  15. Sumérios — Nana (“America’s Occult Holidays”, Doc Marquis and Sam Pollard. pág. 13)
Os babilônios celebravam o dia como o retorno de Ishtar (Easter), a deusa da Primavera. Esse dia celebrava o renascimento, ou reencarnação, da Natureza e da deusa da Natureza. De acordo com a lenda babilônia, um grande ovo caiu dos céus no rio Eufrates e a deusa Ishtar (Easter) eclodiu de dentro dele. Mais tarde, surgiu uma versão que incluía um ninho, em que o ovo pôde ser incubado até eclodir. Um cesto de palha ou vime era produzido para colocar o ovo da Páscoa [o ovo de Ishtar].
A Procura do Ovo de Páscoa Escondido foi criada porque, se alguém encontrasse o ovo enquanto a deusa estava “renascendo”, ela concederia uma benção especial ao felizardo! Como essa era uma festividade alegre da primavera, os ovos eram pintados com as brilhantes cores da primavera. [Ibidem].
O Coelho da Páscoa
“O totem da deusa, a lua-lebre, punha ovos para as crianças comportadas comerem… a lebre da Páscoa era a forma como os celtas imaginavam a superfície da lua cheia…” (Pagan Traditions of Holidays, pág. 10). Não precisa me dizer que as lebres não botam ovos, porque sei isso muito bem; estamos lidando com uma lenda aqui, e com uma lenda ocultista. Tradicionalmente, essas lendas brincam com os fatos reais.
Assim, “Easter” — Eostre ou Ishtar — era uma deusa da fertilidade. Visto que o coelho é uma criatura que procria rapidamente, simbolizava o ato sexual; o ovo simbolizava “nascimento” e “renovação”. Juntos, o coelho da Páscoa e o ovo de Páscoa simbolizam o ato sexual e o que nasceu deles, Semíramis e Tamuz.
Assim, é realmente uma questão espiritual muito séria quando as igrejas cristãs incorporam os “Ovos da Ressurreição” como parte da celebração da Páscoa. Na melhor das hipóteses, essas igrejas estão confundindo as mentes de suas preciosas crianças, obscurecendo a linha divisória entre os símbolos pagãos e seus significados e o significado cristão do Dia da Ressurreição. As crianças que participam dos “Ovos da Ressurreição” na igreja serão condicionadas mais tarde em suas vidas a aceitarem a tradição pagã que revolve em torno dos mesmos símbolos.
No pior caso, a igreja que participa na tradição da Páscoa pagã promovendo os “Ovos da Ressurreição” e talvez uma Procura ao Ovo de Páscoa Escondido, é culpada de combinar o cristianismo com o paganismo, um coquetel letal que o Senhor Jesus rejeitará! Lembre-se de nosso verso-chave:
“Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei, e eu serei para vós Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” [Efésios 6:17-18].
Se sua igreja celebra a Páscoa pagã e ainda mais… usa os “Ovos da Ressurreição”, você deve considerar desligar-se dela imediatamente; se o pastor titular é liberal o suficiente para permitir a Páscoa pagã e “Ovos da Ressurreição” na celebração do Dia da Ressurreição, então provavelmente também é liberal nas doutrinas e na teologia, mas pode não ser o suficiente para você perceber isso.
Outros Ingredientes Pagãos
Oferendas de Páscoa — São derivadas da tradição em que os sacerdotes e sacerdotisas traziam oferendas para os templos pagãos para a deusa da primavera, Ishtar. Eles traziam flores frescas da primavera e doces para colocar no altar do ídolo da deusa que adoravam. Eles também assavam um bolo de passas, decorando-o com cruzes para simbolizar a cruz de Wotan, ou algum outro deus pagão; essas cruzes não eram originalmente a cruz de Jesus Cristo. Esse é outro caso em que Satanás falsificou uma tradição pagã que poderia mais tarde ser passada como “cristã” em uma igreja seriamente comprometida com a sincretização.
De fato, o primeiro caso de Bolo de Frutas Secas pode ser rastreado até cerca de 1500 AC, até Cecrops, o fundador de Atenas (Marquis, pág. 18). Nas celebrações do Velho Testamento no Israel apóstata, vemos mulheres irritando a Deus porque assavam esses bolos para oferecê-los em adoração à Rainha dos Céus [Jeremias 44:17-18 e Oséias 3:1]. A nota de rodapé para esse título “Rainha dos Céus” no Amplified Bible Commentary diz: “Uma deusa da fertilidade, provavelmente o título babilônio para Ishtar. Ela é identificada com o planeta Vênus. As oferendas para essa deusa incluíam bolos feitos na forma de uma estrela”. Mais tarde os pagãos usaram não só a forma da estrela Pentalfa como também o bolo de frutas secas.
Outra oferenda popular a Ishtar eram as roupas novas, feitas ou compradas! Os sacerdotes usavam seus melhores trajes, enquanto as virgens vestais usavam vestidos brancos novos. Elas também usavam algo para cobrir as cabeças, como chapéus de palha ou toucas de tecido e muitas se adornavam com grinaldas de flores da primavera. Elas carregavam cestos de vime cheios de doces e alimentos para oferecerem aos deuses pagãos.
Serviços de Páscoa ao nascer do sol — Eram iniciados pelos sacerdotes que serviam à deusa babilônia Ishtar para simbolicamente apressar a reencarnação de Ishtar/Easter. Uma vez mais, vemos como Satanás sabia que a ressurreição de Jesus da sepultura seria descoberta nas primeiras horas do nascer do sol, e que a igreja cristã quereria realizar serviços religiosos cedo de manhã para celebrar. Satanás e seus demônios sabiam e acreditavam na Palavra de Deus e em suas profecias literalmente, e foi-lhes concedido certo conhecimento prévio. Exatamente como Satanás falsificou o nascimento divino de um menino de uma mãe virgem mais de mil anos antes de Jesus realmente nascer, assim também falsificou o serviço de adoração bem cedo de manhã, ao nascer do sol.
Quaresma — É puramente pagã, e ainda assim foi aceita pela Igreja Católica Romana e pelas igrejas cristãs apóstatas como “cristã”. Se a igreja que você freqüenta celebra a Quaresma, você precisa informar ao pastor titular das raízes pagãs dessa tradição; se ele não der ouvidos, considere desligar-se dessa igreja, porque se eles aceitam a Quaresma como cristã, você pode apostar que são liberais em áreas críticas da Bíblia também.
A Quaresma é uma celebração da morte de Tamuz; a lenda diz que ele foi morto por um javali selvagem aos quarenta anos. Portanto, a Quaresma celebra um dia para cada ano de vida de Tamuz (America’s Occult Holidays, de Doc Marquis e Sam Pollard). Os participantes deviam expressar seu pesar pela morte precoce de Tamuz pranteando, jejuando e se autoflagelando.
A Quaresma era celebrada por exatamente quarenta dias antes da celebração à deusa Ishtar/Eostre [a Páscoa pagã] e outras deusas pelas seguintes culturas: babilônios, católicos romanos, curdos, mexicanos, Israel antigo e, hoje, também pelas igrejas protestantes liberais e apóstatas.
Podemos ver a ira do Eterno Deus sobre essa celebração da Quaresma em Ezequiel 8:14-18; o julgamento do Eterno Deus sobre essa comemoração é descrito em Ezequiel 9, um capítulo que sugerimos que você leia atentamente, porque Deus declara que punirá de modo similar qualquer nação que não ouvir e obedecer seus mandamentos [Jeremias 12:17].

Conclusão 

Com esses dados, vê-se logo que a festa da Páscoa pagã pouco tem de Cristianismo bíblico. São “simpáticas” festividades pagãs, de remotíssima origem, algumas celebradas por povos que ainda hoje não seguem os ensinamentos cristãos ou povos “cristãos que misturam tudo e fazem uma salada imensa.
Que o Eterno Deus em o nome do Senhor Jesus Cristo abra o entendimento de todos para que retornem às Escrituras e abandonem esse Cristianismo paganizado que em nada agrada ao Pai e Filho e retornem às origens do Cristianismo Bíblico Apostólicos.
Com Informações: A Espada do Espírito
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